Air New Zealand acaba com a última operação regular de volta ao mundo que ainda se mantinha


Havia sido lançada em 2006 e chega agora ao fim a rota que atribuiu à Air New Zealand o prestigiado título de única companhia áerea a ter rotas próprias que davam a volta ao mundo. A ligação Londres-Hong Kong - Auckland juntava-se, naquele ano, à já existente Londres - Los Angeles - Auckland levando a empresa neozelandesa a assegurar dois voos por dia entre o Reino Unido e a distante Nova Zelândia, um partindo para ocidente e outro para oriente. As duas operações conjugadas, com escalas técnicas de reabestecimento nos EUA e na China, permitiram à empresa, durante os últimos seis anos, oferecer tarifas especiais - a começar nos Eur. 1150.- em classe económica - que permitiam aos seus passageiros, por exemplo europeus, dar a volta ao mundo com paragens pelo caminho, desde que na rede de operações da transportadora.

Face ao excesso de capacidade de lugares para a NZ à partida da Europa, a empresa procurou dinamizar o subsetor Londres-Hongkong com direitos de comercialização só para essa parte da rota, com promoções não raras vezes na orla dos 450 a 500 Euros, taxas incluídas, à semelhança do que ainda faz no setor Londres-Los Angeles. Contudo, a concorrência e o preço do combustível elevado levam a empresa a reafetar as aeronaves entregues a esse setor a voos NZ-costa oeste dos EUA, sobretudo para as rotas muito mais lucrativas para Los Angeles e São Francisco.

A partir de 5 de março de 2013, a única ligação regular entre a Europa e a Nova Zelândia far-se-à sempre no sentido oeste, com escala em Los Angeles.

A transportadora, membro da Star Alliance, tem sede em Auckland, na Nova Zelândia, e com uma frota de 102 aeronaves voa para 53 destinos em todo o mundo.

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