Corsair: classe executiva por apenas mais 3 Euros (R$ 7.4)

foto de Pierre Villette/PictAero

A Corsair, divisão francesa do gigante das viagens TUI (detentora, entre outras, de companhias como a TUI Fly, a Jetair ou a ArkeFly), segunda maior companhia aérea francesa a seguir à Air France, encontra-se, presentemente, a redefinir o seu produto, procurando apostar no regresso às suas raízes operacionais, num programa que implica, entre outras coisas, a redução em 25% da sua força de trabalho, a substituição de algumas aeronaves, abandono de algumas rotas (Quebec e Nairobi, entre outros) e de todas as operações charter e regulares à partida dos mais diversos aeroportos franceses - passando a operar só em Orly - e, ainda, um novo rebranding das marca, já a ser utilizado.

Entre as novas características de operação e marketing, destaca-se a possibilidade de o passageiro viajar em classe executiva de longo curso...por apenas mais 3 euros (ou R$ 7.4). A lógica é simples: aquando da reserva no site, é sugerido ao passageiro a possibilidade de, por mais 3 euros, se sujeitar à possibilidade de viajar à vaga na classe acima. Assim, se 24 a 48 horas antes do voo, vier a existir um lugar livre em Executiva, o passageiro receberá autorização para fazer o seu voo numa classe acima.

Mas a receita não é nova. 

Na verdade,  a Corsair é, apenas, mais uma das já numerosas empresas clientes da pequena empresa Option Town (sendo outras companhias tão diferentes como a Air India ou a SAS, a air Baltic ou a AeroMexico).

A OptionTown foi constituída recentemente por um pequeno grupo de matemáticos saídos do conhecido MIT de Boston que fundaram uma PME especializada na otimização da receita das companhias aéreas, atraindo já várias transportadoras conhecidas para a sua lista de clientes através de soluções inovadoras como esta.

Mas não só a Option Town desenvolveu soluções desta linha. Recentemente a Air New Zealand iniciou o seu novo programa de leilão de lugares em classe superior - o "One up": poucos dias antes do voo, a companhia pergunta, por e-mail, a cada passageiro quanto estaria disposto a pagar para fazer a sua viagem numa classe superior. Se dois dias antes do voo exister algum lugar livre e se a transportadora tiver gostado da proposta, o passageiro poderá voar numa classe executiva e só nesse momento cobrado do seu cartão de crédito o adicional que propôs. Caso não, nada lhe será cobrado.

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